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Romances

Disse: Não no Casamento

O casamento, é um momento marcante. A passagem da vida a dois, em que se espera ser um sonho tornado realidade. Todavia, acontecem situações inesperadas, desde desconfianças da noiva, o noivo que adoece, um noivo que se atrasa no dia de casamento, um sapato que se quebra a caminho do altar, um padre e uma noiva envoltos no mundo do crime, uma magistrada que se envolveu com uma testemunha tempos antes de se encontrarem em tribunal, uma convidada que teve a ousadia de ir de branco no casamento, uma aliança de casamento que cai no momento da celebração, até mesmo à noiva dizer que não, quando todos esperam o sim, onde? Em pleno altar… Eis alguns poemas que prenderão o leitor/ leitora de verso em verso, de estrofe em estrofe, de poema em poema até à última linha!
16.00
Caminho Fado Purga

Poesia

Caminho Fado Purga

Uma catarse. Por vezes dramática, outras vezes irónica, e, em certos momentos, subtilmente marcada por um humor leve.

Relata-se um percurso de menina a mulher, em que nada foi indiferente. A experiência pessoal é utilizada como instrumento de compreensão do outro, partindo do princípio de que “nada acontece por acaso”.

Abordam-se temas complexos e atuais, sob a perspetiva de quem os viveu na primeira pessoa. Existe uma intenção clara: provocar reflexão, questionar evidências e dar voz a quem enfrenta, em silêncio, realidades semelhantes às descritas nesta obra.

Procura-se demonstrar que ninguém está só.

Permanece uma ideia transmitida ao longo das gerações:
Hoje tudo parece um problema enorme e sem solução. Mas tudo passa. Amanhã já não terá o mesmo peso. É preciso manter a calma, porque tudo se resolve. Tudo passa.

Ana Azélio

16.00
A Bombordo – Ou a Arte de Navegar nas Palavras

Poesia

A Bombordo – Ou a Arte de Navegar nas Palavras

O mar é símbolo de mistério, de viagem, de vastidão. Em muitos dos poemas, as águas tornam-se espelhos dos sentimentos, das histórias, dos sonhos, parecem naufrágios que compõem a alma. As palavras da Ana, são como as ondas: leves ou revoltas, mas sempre guiadas por uma força invisível que as move e as devolve à imensidão de onde vieram. Um livro para quem já se perdeu nas ondas dos próprios sentimentos, para quem conhece a força das marés internas e para quem encontra sempre consolo na vastidão azul. O leitor é chamado a sentir cada poema como se sentisse a água nos pés, a maré nas mãos e a areia a soltar-se. Que este livro seja o seu mar, na aventura de descobrir a profundidade dos próprios sonhos e das emoções. Assim como as palavras de paz e tormenta da Ana Mar, que senti!
16.00