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Sinopse
«O amor como leitmotiv apresenta-se num movimento dialético e ascendente que sai do corpo para as ideias, do concreto ao abstrato, percorrendo os vários poemas com uma energia tão viva e cativante quanto paralisante e perturbadora . Isso porque nesse retrato totalizante do amor pelo autor, Eros e Thanatos, as duas pulsão básicas, não são tocadas: Eros, que sintetiza as pulsão da vida, da libido, mas também da criação e da cooperação, e Thanatos como um desejo inconsciente de morte presente em violência escandalosa da paixão, no ciúme eterno e no erotismo do irresistível. Deixemos pois que estas forças ancestrais, que nos constituem, nos guiem pela pele com a sua força magnética, nós que estamos sempre a meio caminho… posso ainda dizer: talvez aí resida o lugar da revelação que nada mais é do que revelador… já que eu sempre estive ali em grande silêncio e segredo…» em Prefácio de Teresa Lousã
Detalhes do livro
ISBN/13: 9789898574435
Nº Páginas: 108
Tamanho: 148 x 210 mm
Encadernação: capa mole com abas
Ano de publicação: 2018
Editora: Cordão de Leitura, Unipessoal, Lda
Categoria:
Cecília Barreira (Autor) Cecília Barreira é Investigadora Integrada no CHAM – Centro de Humanidades e Professora de Cultura Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Desde 1981 publicou vários livros de ensaio sobre o Pensamento Contemporâneo e alguma poesia. A sua poesia mais recente é Todos Os Pecados Do Mundo, Labirinto (2014) e ou ensaios Quirino de Jesus E Outros Estudos, Sítio do Livro (2017). Foi pioneiro no tema das teses documentais em 1991, quando passou a discutir o cotidiano da mulher burguesa entre 1890 e 1930. Seu ensaio mais incisivo, porém, é sobre o Pensamento português, séculos XIX e XX. O seu primeiro livro de poesia data de 1984, com o título Lua Lenta, Europress (1984) e o ensaio Nacionalismo e Modernismo/de Homem Cristo Filho a Almada Negreiros, Assírio & Alvim (1981). Participou com artigos em inúmeros jornais e, atualmente, publica regularmente nas revistas “Incomunidade” e “Athena”.
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